SiteJornalOlhodeAguia
Not?cias
27/01/2016 14:41
A Odisseia do Caos Po?tico de MaicknucleaR.

--O VESTIDO DA LOLÔ

 

Segue aí o primeiro um donuts: som inédito do NucleaR Reggae Stylie. Uma bonus track chamada "O Vestido da Lolô", com participação da minha sobrinha de 4 aninhos, a Lorena. Lançamento do cd AO VIVO É MELHOR dia 11/2. Dale.
 

Sobre arte e egos deturpados

 
Uma discussão "artística" importante (ou não). Um vizinho aqui me indagou acerca de "você ganha dinheiro com sua arte?". Respondi sinceramente, sim, às vezes tiro quantias exorbitantes em espaço de tempo ínfimo. Tiro alguns salários mínimos no espaço de 45 minutos. Mas que, em 95% do tempo, chegar a esse montante é comparável a uma caminhada no deserto rumo à uma terra prometida que nunca chega. Aí ele veio com aquele papo do que eu deveria fazer para me tornar "famoso" e ter "retorno" com as coisas que faço. E lá vamos nós. Primeiro. E eu tentei explicar isso. Porque diabos eu me tornaria "famoso"? A concepção geral é que isso só me tornaria conhecido, comeria algumas interesseiras, mas, e aí? Se ser famoso significa que posso ter a oportunidade de ter uma vida melhor, passar por menos dificuldades, ficar tranquilo financeiramente, conviver com pessoas melhores e mais sábias e esclarecidas, aí eu quero ser famoso. Mas sabemos que na concepção geral e absoluta da nação e mundo, não é essa a perspectiva de "fama" que as pessoas tem em mente. E essa perspectiva deles, da qual prefiro nem entrar em questão, na moral, eu não quero. Aí o cara me pergunta do porque fazer arte se não ganho nada com isso, se não me preocupo em me degladiar para ser visto sendo que isso iria "me ajudar". Aí entra o ponto chave do pq eu eu comecei esse post. A resposta, ao menos em minha mente, é simples. A maioria das pessoas que criam, que desenvolvem arte, com o passar dos anos vão virando pai de família, vão se tornando garçons, engenheiros, operadores de telemarketing, motoristas de ônibus, advogados, médicos, enfim, com o passar do tempo, aquela veia artística morre neles e na alma deles. E pq diabos isso acontece? Por que eles criaram expectativas muito grandes visando um futuro imediato. Ou seja. Muitos deixam de viver correndo atrás de algo que na maioria quase absoluta dos casos não vai dar em nada. Buscam fama, dinheiro, sexo fácil com gente sem caráter. E, no fim, acabam batendo punheta de madrugada, pra mulher dele não perceber. Agora vem o ponto X da questão chave. E por que não fazer apenas por que você é isso, pq isso faz parte de você e isso é parte do seu todo. Não estou dizendo para abdicar de ter sucesso. Estou dizendo para criar arte independendo de resultados que só existem para o seu ego. Ou seja, leve sua vida, trabalhe, faça outras coisas, se especialize em outras vertentes, mas NUNCA deixe de criar, NUNCA use a desculpa da falta de tempo e SEMPRE tenha em mente uma nova criação. Faça com amor, coloque sua alma, corra atrás, sim, divulgue sim, fale com as pessoas sim, mas NUNCA deixe o resultado negativo te afetar a ponto de querer desistir. Você tem que fazer, seguir os trâmites, mas não deve esperar resultados que talvez só existam em sua mente. Foque na lua, atire para o céu, se não der em nada continue, pois caso você acredite que se não deu certo você tem que desistir de criar, amigo, então vai tomar no seu cú e sai fora daqui pq não te respeito. A maioria das pessoas que se esfriaram foi devido a muita gana e pouco suor, muita vontade de imediatismo e pouco trabalho focado em deixar um legado, muita busca de fama em vez de trabalho em autoconhecimento, buscaram muito o exterior e não trabalharam em sua parte interna e assim ficaram vazios a ponto de deixarem de lado, de matarem sua essência. Quando eu escrevi o Dançando Valsa Nos Salões Do Inferno. eu via que a maioria dos escritores que eu pedia ajuda para me publciar me viam como ameaça aos seus mundinhos, após lerem meu livro, sendo que tem espaço de sobra pra todos e, na encolha, me fechavam portas. Coloquei na internet e creio que ele já foi baixado mais de 20mil. Ou seja. Se eu ficasse naquela frustração de editoras, de "meus amigos não me ajudam", meu livro ao invés de ter sido apreciado MILHARES de vezes, ele estaria mofando numa pasta do windows. E hoje posso juntar a vendagem de todos que não me ajudaram que não dá um quarto do que eu consegui. Ou seja. Eles tem a "fama", eles aparecem no Entrelinhas, mas quem realmente atingiu as pessoas? Tome isso como exemplo e falo isso sem ser um discursinho tosco de autoajuda, mas, porra, essa é a porra da vida, brow. Fazer. Como diz aquele velho som "underground ou mainstream a maioria é igual pra mim, caminhos diferentes que levam para o mesmo fim". Resumindo, quanto mais eu fizer e menos olho gordo tiver, mais eu vou continuar fazendo, sem medo de frustrações, mas, claro, sempre objetivando bons resultados daquilo que faço. Se virar, virou. Se a grana vier, se a fama vier, abrace com todas as forças, mas saiba que esse é um mundo fútil, onde amigo só te suga, garota só te chupa, portanto mantenha sua qualidade interior para não acabar se jugando do vigésimo segundo andar de um prédio por que sua "faminha" acabou. O amor é interno, ninguém de fora pode te dar isso. Nem "quem te ama" tem esse poder. Busque o sucesso da sua mente, antes de tudo.
 

Outro

 
NucleaR Reggae Stylie​ na reta final. Vou comemorar chapando a mente com uma salada de brócolis e ficar doidão tomando um suco de limão. Queria até discorrer sobre isso. Sobre a lenda do escritor quebrado e bêbado. Sobre a lenda do vocalista drogadão. A lenda do performer entupido de LSD. Enfim. SÂO LENDAS. Creio que qualquer pessoa altamente influenciável, que sofre com as "pressões" sociais de grupos específicos, que não se encontrou psicologicamente e procura o afeto que não encontrou em seus pais (na fase de 1 à 5 anos), que precisa demonstrar para alguém que ele(a) faz "parte de algo", e sofre de uma infantilidade inconsciente, vai cair em algo que chamo, nada carinhosamente, de "Síndrome de Bukowski". Essa síndrome descreve pessoas quais vivem "personas", vivem em personagens criados por outrem, acreditando que elas são autênticas, são "excluídas", são "únicas" e "incompreendidas". São personagens criadas por modismos de épocas e muitas vezes são arquitetadas por uma indústria que está tentando atingir setores menores de uma "sociedade" (Leia-se a "Cultura Beat", por ex). Vê-se essa síndrome em punks, rastafaris, alternativos, hypes e esses modernetes quais esqueci o nome atual, pois estou cagando para eles e etc. Eu creio em liberdade. E creio que essas pessoas tão descoladas, no fundo, querem ser livres, mas ao tentarem expressar sua liberdade eles acabam caindo na velha mesmice e seguem um líder e seguem uma moda e seguem um estilo e seguem toda uma gama de atitudes iguais a de milhares de outras pessoas na cidade. Ou seja. Quanto mais essas pessoas querem expressar uma unicidade, mais eles são meras cópias. Mas o que quero dizer é: essas pessoas, essas cópias industrializadas de estilos e pensamentos maquinais querem ditar o que é "legal". Ou seja. Se eu, ex-adicto, decido tomar um suco em uma balada, ao invés de tequila, eles vão tentar, de alguma forma, me excluir de um grupo ao qual eu não tenho o mínimo interesse de participar. Ao escrever que vou comemorar comendo salada de brócolis eu já estou automaticamente sendo excluído por várias pessoas que me admiravam quando eu vivia emaconhado 24/7. Aí que está a parada. Eu creio na liberdade individual. Como disse alguém "Mesmo eu não concordando com você vou defender seu direito de dar sua opinião". Só acho uma imbecilidade alguém querer me definir, querer que eu faça algo que ELA QUER QUE EU FAÇA para que eu seja exatamente aquilo que ela acha que eu seja. Vão se foderem. Enquanto vocês se guiarem para serem aceitos por grupos, enquanto vocês copiarem a atitudes de seus líderes e ídolos, vocês NUNCA serão ninguém. Respeito a opinião, mas isso não me exclue de achar esse povo como dementes retardados. O incrível é que quando eu chapava ficava triste por ter a sensação de não estar inserido nas paradas. Agora hoje eu saio na noite e se eu quiser (e reparam, eu disse: se eu quiser), eu "pego" 4, ou 5 mulheres na noite e eu decido se vou sair com alguma depois por que eu estou no comando do que eu quero fazer, por que eu sou livre e não preciso de grupo e não preciso provar nada a ninguém, não preciso de aprovação, nem validação alheia e meu ego não vai se ferir se tudo der errado, se eu for excluídinho de uma situaçãozinha, simplesmente por que tenho a mim. Eu sou a porra da festa. Eu sou a porra do meu grupo. Eu lidero. Eu comando. Eu decido as sendas. Não preciso vestir o manto de artista. Por ex. O cara é um puta dum playboy, que vive bem pra caralho, mas para a "massa" ele diz ser um cara quebrado e bêbado que faz literatura por que seu gatinho morreu -- e isso é o maior drama da porra do universo (Síndrome de Bukowisk). A arte é a expressão maior da liberdade da alma humana e esse povo veste mantos e vestem máscaras e acreditam que todos devem seguir um roteiro não escrito de como agir ou ser. Por ex. Se o cara curte Nirvana tem que tomar heroína. Se o cara curte rap tem que só falar de favela e "realidade". Mas aí tem outra parada. A realidade depende única e exclusivamente do observador, mas nem vou entra nessa questão. Só acho uma imbecilidade essa coisa de ter que "cumprir rituais de ser". Não. Os ritos que se fodam. Os roteiros que tomem no cú. Eu faço o que eu quiser, da maneira que eu quiser e em minha opinião essa é a maneira mais correta de se viver, sem provar nada, sem buscar validação (concorde você ou não). Antigamente eu tinha preconceito com sertanejos, com funkeiros e até com caras de cabelo espetado, mas, porra, quem sou eu pra me doer ou me preocupar com a imbecilidade alheia? Eles são livres pra viver da maneira mais imbecil que quiserem, mesmo que eu não concorde. O problema é que não se vive para si, mas para os outros e estou num ponto da minha vida em que, cenicamente falando, os outros nem existem. Vocês e suas opiniões, para mim, são como placebo queimando fogueira. Passar bem.
 

A ODISSEIA NATURAL - CLIPE EM PRIMEIRA MÃO

 
 

MaicknucleaR - Jan/16

 
Brand new year. Brand new Atomic Man.
MAICKNUCLEAR JAN/19 - FOTO PRO CHICO TCHELLO
 

 

BLESSED

 
 

BRISADO -

 
PRIMEIRA DO ANO 
 

SILVERTAPE

 
O requinte da Era de Ouro da Rádio Brasileira transformado em samples insanos.

 

BRISADO

 
Dia 3/1/16. Lançamento do clipe "Brisado", em parceria com o produtor de Rare Grooves, o grande Herbert Souza. Fiz a letra, o vocal e a produção e edição do clipe. DALE.
 

FRAUDE LITERÁRIA DE PARATY

 
Essa coisa de arte é mó loucura. Quando faço algo, meu intuito primeiro é a primazia em miríades. Sei lá. Eu tento atingir a alma do ser receptor, sabe? Encontrar a nota exata que vai vibrar dentro da pessoa a fazendo rir, chorar, sentir raiva, seja lá o que for. Creio que "Obra-prima" é quando o artista (no bom sentido da palavra), consegue chegar a essa, digamos, quintessência espetacular de invadir as células alheias, invadir as sinapses, arrepiando os pelos, fazendo a pessoa vibrar naquela sintonia do vídeo, do texto, da música, da performance, sei lá. Causando reações inconscientes, mas sendo direto, sem subliminares. Creio que essa é a verdadeira busca, a de como invadir os sentimentos alheios através do convite latente do "expectador"? É o que penso todo santo dia, em como ser simplificar tanta dor, amor, raiva, alegria e sintetizar de uma forma simples, sem complicações, através de uma expressão que é impelida da minha alma para a alma alheia??? Aí vejo um monte de arrombado preocupado com fama. Isso me dá nojo, na moral, velho. A grana, o reconhecimento, os shows e apresentações devem vir depois, ou enquanto você busca essa fórmula insana. Desprezo quem faz por que "Eu vi na TV quando era criança", "Meu pai fazia", "Faço pra pegar mulher". E vemos o resultado absurdo do que chamam de arte de elite, é só lixo. São conceitos em cima de conceitos e nada plausível a ser "mostrado" e uma tchruminha que tem um discurso tão bom que convence qualquer um de que aquela merda desalmada deve estar na galeria (por exemplo). Os maiores do passado sentiram dores reais. Muitos morreram na merda e não quero que NINGUÉM aqui morra na merda, o que quero dizer é que se você não tem sensibilidade de compreender essa "condição humana", volta pra casa, sai do ramo. Você pode até enganar milhares de pessoas com sua merdinha, mas dentro de você, por mais que seu ego infle seu autofingimento, você sempre saberá que você é um merda em busca de autovalidação e pior, buscando validação alheia. E é muito doido ver gente que já tem certo reconhecimento, chorando pra estar no lugar de um imbecil mais reconhecido ainda. Cara, jamais vou deixar de querer ser eu mesmo para querer estar na pele de um idiota e viver o status alheio, pra mim isso é demência das mais periclitantes; "Eu queria ser aquele babaca pra viver sugando os SESCs". Pelo amor, que discurso é esse e vindo de gente tão "outsider". Aliás. Todo outsider que conheço é incluido pra caralho em "circuitinhos", então vão todos se "foderem" e se achar ruim vem pra porrada e foda-se, sem nhenhenhem online. Eu fico puto discutindo esses assuntos e fico pasmo em ver que quando o assunto vem à baila a unanimidade dos discursos é superficial e fútil e quando começo a expor meu ponto de vista, de repente, todos estão nessa pela "arte". Pela arte é o meu caralho num pão de cachorro-quente. Falsidade é mato na relva. To fora desse lixo. Sei que o público é burro, manipulável e fácil de jogar com eles, mas eu to fora disso, perdão. Todo artista deveria ganhar muito bem, o suficiente pra poder viajar sem preocupações de onde vai ficar e o que vai comer, mas, em contrapartida, o "Produto" oferecido ao público, deveria ser, minimamente, real, puro, questionador, impulsionador, redentor, motivador e toda sua gama de etc's. Quer saber? Vou continuar a procurar aquela nota invasora de células e sinapses, por que toda vez que abordo esse assunto as pessoas me olham como se eu fosse louco, ou concordam comigo na expectativa de mais tarde falarem: "Você ouviu aquele papo furado daquele imbecil, quem ele pensa que é?, nem o conheço, ele nem está na mídia, nem foi publicado, nem teve seu texto num espetáculo, nunca ouvi um som na rádio, um vídeo no porta-curtas"... Enfim: abracem-se e formem uma comunidade juntos com seus iguais que eu to fora. Não consigo ser uma fraude.
 

Projeto Supera [EM BREVE]

 
 
 

 

2015 - A odisseia de MaicknucleaR

 
 

Minha vida é meu show

 
Cara. Como eu amei nessa vida. Sofri. Chorei. Me superei. Lambi o fundo do poço. Passei por períodos de trevas que pareciam intransponíveis. Busquei uma auto destruição clichê. Coloquei armas na têmpora, drogas cavalares no sangue, mulheres sem caráter na cama. Me arrependi. Me absorvi. Fui um homem gentil, assertivo, leal, justo, sincero, digno, cheio de equidade, tentando ser humilde. Forte como um touro e frágil como a vida. Errei. Errei muito. Tive culhões para pedir desculpas sinceras. Não tive medo de mudar. Não tive medo de assumir meus erros. Não deixei meu ego levar a imbecilidade alheia para o lado pessoal, pois "eles não sabem o que fazem". E eu só quero ser feliz. Sem descrições filosóficas e babacas de felicidade. Fodam-se seus ideiais encalhados, cheios de teias de aranha, que parecem grandes novidades salvadoras do mundo, Quero a minha felicidade. Viver conforme eu acho correto e não quero que ninguém queira o mesmo que eu e não quero convencer ninguém a "seguir caminhos". Não sou mestre. Sou senhor de mim mesmo, até em meus tropeços. Perdi tempo. Perdi anos. Perdi glórias e foi tudo devido a más opções, noites obscuras e crenças limitantes (saboragem mental propagandeada por um teatro zuado chamado sociedade). Mea culpa; Associações erráticas com seres estacionários. Relacionamentos cáusticos com seres que buscavam esteriótipos e ficavam com ódio por eu ter a incrível capacidade de ser apenas eu mesmo. Mas ainda há tempo de ser feliz, mesmo que a dor seja imanente. Não me resumo a isso ou àquilo. Sou livre conforme minha escravidão permite. A mente voa. Se segura na cadeira. Estou livre. Estou limpo até segunda ordem. Fui fiel e leal e chamado de traidor. Mundo louco. Pessoas desesperadas por estarem certas e eu querendo ser errado. A razão destruindo o que é razoável. Insensatez. Insapiência. Irracionalidades mil. Desinteligência emocional. Desespero por participar de grupos sociais, mas nunca vi isso com bons olhos, por isso fico de fora. Estou alheio a essa grande propaganda. Influências milimétricamente desenvolvidas por longos estudos que "nunca nos contaram". Não sou daqui, mas vivo aqui. Você sabe meu nome, mas não sabe o que passei, quantas cobras matei, quantos leões fiz de gatinho, quantos cuspes levei na cara de pessoas que não valem o lixo que produzem, nem quantos atos heroicos fiz sem que ninguém visse. E tento me melhorar dentro do turbilhão do caos, no vórtice da desesperança e mesmo que doa levo minha mente à lugares plácidos. Meu ano foi perdido, completamente perdido, devido a um trauma enorme, uma dor incrível, algo que me acertou diretamente em meu ponto mais forte: minha mente. Fiquei vulnerável. Subo montanhas descalço, fortaleza de um garanhão no áuge, mas quando a mente sofre o corpo fica abalado. Há um ano essa dor, esse sofrimento, tudo mental, que me estagnou "socialmente e corporativamente", mas que por outro lado me rendeu conhecimentos extraordinários, em miríades. Falta agir "pro dia nascer feliz". E tudo isso no escuro, na solidão, rasgando minha alma, sem amigos, sem coachings, sem família, sem abraços ou apertos de mão, sem uma ligação de alguém que me deletou uma bela história, cheias de desavenças resolvíveis, com um block telefônico. Aguentando a dor sozinho. Chorei mil toneis pra entender como ser melhor, me superar, vencer o lado sombrio da minha mente e ia pra rua sorrindo. Nem quem estava perto percebia o que passei nesse ano. Meus problemas são meus e prefiro resolvê-los sozinhos. Até por não ter amigos. Até por não ter amores. Até por ninguém dar a mínima, por eu não ser "sociavelmente aceito no mundi
Link:
0 Comentários | Escrever comentário

 

Os conservadores fotográficos emergentes da década de 2020, com Millard Schisler

youtube.com/watch?v=nAa9rghODME
Rua Augusta - Emicida


Joe Satriani - Always with me, always with you


 

 

 

Thalyta Ribeiro de Oliveira Incrível seus projetos, tanto de fotografia, quanto com a galeria e as produções audiovisuais. Apenas continue!!
Contador de Visitas
Hoje: 608
Desde 15/05/2011: 6.375.389
você é a favor do impeachment de Bolsonaro? Vote.
n
sim